Mais um caso de violência extrema dentro de condomínio voltou a chamar atenção no país e expõe um problema recorrente: até onde vai o limite da lei diante de moradores com comportamento antissocial? Confira o vídeo no final da matéria.
O episódio foi registrado neste final de semana, no bairro de Canasvieiras, em Florianópolis (SC), onde um morador teria atacado a esposa do síndico quando ela saía de casa. Outros vizinhos também foram feridos.
Ela contou que o marido é síndico há um ano, depois que outras pessoas deixaram a função – inclusive síndicos profissionais- por não suportarem os problemas constantes.
Segundo relatos da vítima, divulgados em vídeos nas redes sociais, a situação não é recente. O comportamento agressivo do morador, de acordo com ela, já dura pelo menos seis anos, com histórico de ameaças, destruição de patrimônio e episódios de violência.
No caso mais recente, ela foi ferida na cabeça e outros moradores também teriam sido atingidos. Mesmo com a Polícia acionada, ela afirma que não houve retirada do agressor do local.
Sem segurança, a família do síndico decidiu deixar o condomínio.
A vítima relata ainda que há um histórico extenso de registros formais contra o morador. “São centenas de boletins de ocorrência e nada foi resolvido até hoje”, afirmou.
Ela também denuncia que o condomínio não consegue manter medidas básicas de segurança. Segundo Eliane, o morador já destruiu câmeras, danificou veículos e causou prejuízos estruturais ao prédio.
O caso chegou à Justiça, mas, até o momento, não teve solução definitiva.
A situação reforça um desafio enfrentado por síndicos em todo o país: como agir diante de moradores violentos quando as medidas legais não conseguem acompanhar a gravidade dos fatos.
