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Meu Condomínio > Blog > Sem categoria > Família pede ajuda para tratamento de adolescente, que pode ficar cega
Sem categoria

Família pede ajuda para tratamento de adolescente, que pode ficar cega

Redação
Atualizado pela última vez em: 05/06/2023 17:52
Redação
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3 minutos de leitura
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A família da estudante Maria Eduarda Trindade Silva Novaes, de 15 anos, busca por ajuda para o tratamento da adolescente, que foi diagnosticada recentemente com degeneração retiniana macular. O hospital de referência para o tratamento da doença fica em São Paulo, e entre todos os gastos com consultas, alimentação e estadia, os valores ultrapassam os R$ 25 mil. Quem quiser ajudar, pode depositar o valor desejado através do PIX- CPF 107.336.137-30 em nome de Érika Trindade Silva (banco Nubank).

Érika é mãe de Maria Eduarda e deficiente visual, assim como o esposo. “Meu marido tem retinose pigmentar e eu tenho retinose pigmentar, sem a presença de pigmento, e agora lutamos para que a nossa filha continue enxergando o mundo”, disse.

Érika contou que descobriu sua doença com 16 anos e perdeu totalmente a visão aos 29 anos. A família chegou a vender pertences para custear o tratamento depois de receber o diagnóstico. Agora ela e o marido, também de 46 anos, passam pela mesma situação.
— Nossa filha apresenta cegueira diurna e precisa fazer muitos exames e tratamentos, como também fazer o teste genético e a eletrorretinograma, em São Paulo, para auxiliar no diagnóstico e acompanhamento de várias patologias. Por isso peço ajuda, pois o valor de toda a logística pesa — explicou.

A mãe de Maria Eduarda contou que chegou a fazer uma vakinha online, porém não obteve resultado. Por isso, ela resolveu gravar um vídeo onde conta sobre o caso da filha. “Peço para que as pessoas possam compartilhar o vídeo e quem puder nos ajudar nós agradecemos imensamente”, contou.

Érika informou também que procurou o Ministério Público, porém não deu procedimento ao caso. Maria Eduarda hoje está na fila de espera do SUS e, segundo Érika, o tempo de espera é de pelo menos dois anos. “Eles me informaram que a preferência maior são para pessoas que possuem o caráter emergencial, com risco de morte, que graças a Deus não é o caso da minha filha. A doutora dela de Campos à colocou na fila de espera do SUS, porém a espera pode chegar há dois anos e meio”, disse.

(Fonte: Folha da Manhã)

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