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Meu Condomínio > Blog > Na Justiça > Síndica da Barra e amante vão a júri popular por suspeita de tramar morte de morador de condomínio
Na Justiça

Síndica da Barra e amante vão a júri popular por suspeita de tramar morte de morador de condomínio

Redação
Atualizado pela última vez em: 18/11/2021 21:25
Redação
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4 minutos de leitura
Ex-síndica foi presa no condomínio que administrava - reprodução TV Globo
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A ex-síndica Priscilla de Oliveira – suspeita de ser a mandante da morte do empresário Carlos Eduardo Monttechiari, morador do London Green Park, prédio que ela administrava na Barra da Tijuca – , e Leonardo Lima, ex-administrador do mesmo local e investigado por matar Monttechiari, vão a júri popular. Foi o determinou a juíza Elizabeth Machado Louro, da 2ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, audiência de pronúncia ocorrida quarta-feira (17), no Rio.

“Ante o exposto, pronuncio os réus Leonardo Gomes de Lima e Priscilla Laranjeiras Nunes de Oliveira, a fim de que sejam submetidos a julgamento pelo Tribunal do Júri, como incursos nas sanções do artigo121, § 2º, incisos I e IV, sendo, com relação a PRISCILLA, na forma do artigo 29, ambos do Código Penal. Já agora admitida a imputação, mantenho as prisões dos acusados, por entender que remanescem íntegros os pressupostos da prisão cautelar, que veio decretada para garantia da ordem pública e por conveniência da instrução criminal”, escreveu a juíza em sua sentença.

O advogado Norley Thomaz Lauand, que defende a ex-síndica, acredita que o julgamento dos réus só deve acontecer em 2022, e que circunstâncias, como uma carta de Leonardo que inocenta Priscilla, podem ser bem trabalhadas junto aos jurados.

Na carta, datada do dia 28 de maio, o ex-administrador do London Green Park diz que Carlos Eduardo Monttechiari ameaçava Priscilla e que as ameaças se voltaram para ele depois que o empresário descobriu o romance de Leonardo com Priscilla. Segundo ele, a vítima ameaçava contar tudo para a mulher do administrador e teria chegado a pedir dinheiro para não fazê-lo.

Mas a Polícia Civil concluiu que Carlos Eduardo, que já tinha sido síndico do condomínio e era opositor de Priscilla, tinha marcado para 5 de fevereiro uma assembleia a fim de apresentar um dossiê com provas contra a gestora.

“A vítima descobriu, com notas fiscais falsas ou fantasmas, que estavam sendo desviados mais de R$ 800 mil do orçamento do condomínio”, explicou o delegado Renato Carvalho, titular da 27ª DP (Vicente de Carvalho).

Quatro dias antes da reunião, porém, o empresário foi baleado. Ele estava dentro do carro, na frente do terreno que alugava, na Vila Kosmos, na Zona Norte, quando um homem o abordou e atirou. Atingido no tórax e no abdômen, Carlos chegou a ser hospitalizado, mas morreu no dia seguinte.

A polícia afirma que o autor dos disparos é Leonardo Lima, supervisor contratado do London Green Park, casado e amante de Priscilla. Nas imagens do crime, os investigadores perceberam que o carro de onde o assassino desceu tinha um amassado na lataria. Após rastreá-lo, descobriram que o automóvel estava no nome da mulher de Leonardo.

Testemunhas disseram que Leonardo tentou modificar o veículo: colocou rodas novas e tirou adesivos. Mas o amassado na lateral permanecia. Ao receber voz de prisão, Leonardo tentou fugir, mas acabou capturado. Ele estava com o mesmo carro usado no dia do crime.

(Fonte: G1)

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