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Geral

Moradores de condomínio relatam alívio um mês após expulsão de manobrista que marretava paredes e intimidava vizinhos

Redação
Atualizado pela última vez em: 29/07/2024 14:09
Redação
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6 minutos de leitura
Sérgio Salomão Bernardes segura marreta e intimida jovens moradoras de condomínio em Ribeirão Preto, SP — Foto: Câmeras de segurança/Reprodução
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Um mês após a Justiça determinar a expulsão do manobrista Sérgio Salomão Fernandes do condomínio Jardim das Pedras em Ribeirão Preto (SP), moradores relatam que a vida no local voltou à normalidade. Sérgio era alvo de uma série de reclamações dos vizinhos envolvendo ameaças de agressão e de morte e perturbação do sossego.

Contents
Sem entra e sai de políciaPerturbações e ameaças desde 2017Morte de moradorMorador vê demora em ação do condomínio

Ele está preso preventivamente desde junho pela acusação de matar um vizinho. Júlio César da Silva, de 60 anos, foi brutalmente agredido pelo manobrista enquanto estava em uma rua no Centro da cidade.

Caso o manobrista venha a ser solto, ele não poderá voltar a viver no apartamento no residencial sob pena de retirada forçada.

A defesa dele não foi encontrada para comentar o caso.

Sem entra e sai de polícia

O condomínio Jardim das Pedras fica no Jardim Paulista, zona Leste de Ribeirão Preto, e tem cerca de 6,5 mil moradores. É considerado um dos maiores residenciais da cidade.

Moradora de um dos blocos há 26 anos, Andreia Priscila Carvalho conta que Sérgio causava tumulto e apreensão entre os vizinhos e que agora a situação está mais tranquila.

“A situação ficou mais amena, mais tranquila. Parou o entra e sai de polícia, aquela instabilidade do sossego. Antes não tinha, não sabia que horas ele ia ameaçar alguém ou não. Qualquer pessoa que estivesse à vista dele ele ameaçava”, diz.

Perturbações e ameaças desde 2017

O advogado Paulo Alves, morador do residencial há 20 anos, também afirma que as coisas estão mais tranquilas no último mês. Ele relata que a perturbação e as ameaças aconteciam pelo menos desde 2017.

“Voltou à normalidade, realmente está ótimo. Antes estava insuportável, era diariamente, tanto a perturbação quanto as ameaças. Principalmente o bloco B6 e A3 [moradores] estão se sentindo como se estivessem no paraíso, mas é apenas o normal”, diz.

Imagens obtidas pela EPTV, afiliada da TV Globo, mostram o comportamento agressivo e intimidador de Sérgio nas áreas comuns do condomínio. Os vídeos mostram o manobrista armado com uma faca e uma marreta, intimidando pessoas que conversavam ou caminhavam pelo condomínio.

Em um dos vídeos, ele marretava paredes do próprio apartamento. Segundo moradores, ele ameaçava derrubar as estruturas, explodir o imóvel com um botijão de gás e ainda incomodava com o barulho nas madrugadas.

Segundo Paulo, a situação foi se intensificando e Sérgio fazia ameaças constantes a idosos e crianças. Até que chegou a níveis críticos e intoleráveis.

“Ele começou interfonando para vizinhos de madrugada, passou a ameaçar as pessoas verbalmente, depois ele arrumou uma marreta e começou a bater nas paredes, nos tetos e pisos e era muito forte. Tremia o prédio inteiro, era coisa absurda. Ele foi ficando cada vez pior.”

 

Morte de morador

Apesar da confusão no condomínio, o homicídio de Júlio César aconteceu no Centro de Ribeirão Preto. Segundo o relato de uma testemunha à Polícia Civil, no dia 25 de junho, Sérgio e Júlio César caminhavam pela Rua Barão do Amazonas, próximo à Rua Mariana Junqueira, quando começaram a discutir.

A testemunha disse que, de repente, Sérgio deu um soco no rosto de Júlio César, que caiu no chão e bateu a cabeça com força na calçada. Enquanto estava caído, Júlio César teve o tórax pisoteado mais de uma vez pelo agressor.

Apesar de ter sido socorrido, Júlio César morreu no dia 26 de junho.

Sérgio foi preso em flagrante e a Justiça tornou a prisão preventiva. Ele afirmou na época à polícia que havia agido em legítima defesa após ser agredido por Júlio César.

A filha do manobrista acredita que ele tenha problemas mentais, mas disse que o pai nunca aceitou ajuda médica.

Morador vê demora em ação do condomínio

O advogado Paulo Alves acredita que o condomínio demorou a tomar ações mais concretas contra Sérgio. O morador afirma que a administração só tomou providências quando o caso chegou a um nível extremo.

Em março deste ano, após um abaixo-assinado, houve uma assembleia que aprovou, por unanimidade, a adoção de medidas para expulsão de Sérgio do condomínio. No entanto, a ação só foi ajuizada pela administração um dia antes do assassinato de Júlio César.

A decisão da Justiça que determinou a expulsão aconteceu três dias após o crime.

“A situação já vinha se agravando com reclamações diretas, toda semana. Eu mesmo enviei e-mails para a administração, alguns boletins de ocorrência foram feitos e a polícia estava vindo aqui constantemente. O síndico tinha a obrigação de ter tomado providências em nome do condomínio há mais tempo. No mínimo, há um ano, um ano e meio antes. As coisas poderiam ter tomado um outro rumo”.

Logo após o crime, o síndico do condomínio, Vitor Luís Lobo da Silva, disse que havia aplicado multas envolvendo os problemas no residencial contra Sérgio e que tentava conversar sempre que havia uma nova infração, mas que não era atendido.

O a equipe de reportagem tentou novo contato com Vitor Luís para comentar o assunto, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.

 

Fonte: G1

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