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Na Justiça

Balanço de condomínio onde menina morreu atingida por pilar teve problema semelhante há 6 anos, diz ex-síndica

Redação
Atualizado pela última vez em: 07/05/2025 10:33
Redação
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5 minutos de leitura
Reprodução/redes sociais
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A ex-síndica do condomínio no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, onde um pilar de rede caiu e matou uma criança de 7 anos, em março deste ano (leia aqui), informou à polícia que a estrutura já havia apresentado um problema semelhante em 2019.

Na época, Rosângela Menezes dos Santos exercia a função de gerente predial.

Em depoimento à polícia, ela relatou que um dos pilares do redário chegou a tombar e se inclinar enquanto era utilizado por um morador, embora não tenha chegado a cair. No entanto, afirmou não se lembrar qual era o pilar que apresentou o problema.

Rosângela e dois funcionários do condomínio foram indiciados pela morte da menina.

As investigações revelaram que a pilastra que caiu em cima da menina não era original do prédio e foi construída fora das normas técnicas. Ela foi refeita em 2020, a mando de Rosângela, sem qualquer projeto.

A polícia analisou o projeto de construção da área do condomínio, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, além da execução dele e as modificações feitas ao longo do tempo.

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Segundo a polícia, o resultado da perícia complementar foi fundamental para a conclusão das investigações.

“Em 2020, houve um uso daquela rede, sendo que o pilar apresentou uma oscilação. Não caiu, a rede chegou a cair, mas não o pilar. Só que eles entenderam que era necessário reconstruir o pilar. Só que foi totalmente reconstruído de forma não observando os critérios técnicos de construção”, disse o delegado Alan Luxardo, da 42ª DP (Recreio).

A polícia apreendeu a nota fiscal de compra do material utilizado para a obra, como cimento, areia e ferro. Logo abaixo, o local onde ele seria usado: espaço zen.

O caso aconteceu no início de março. Maria Luísa brincava em uma rede com outras amigas quando uma das pilastras caiu em cima dela. A menina chegou a ser socorrida por bombeiros, mas sofreu uma parada cardíaca e morreu no local.

A polícia indiciou Allan Dias Botelho da Silva e Pedro Fernandes da Silva, funcionários do condomínio e que fizeram a obra, e Rosângela, síndica na época.

Os três vão responder por homicídio culposo — quando não há intenção de matar —, mas com aumento de até um terço da pena por não terem observado regras técnicas.

No relatório, a polícia destaca que dois os funcionários não tinham habilidades específicas, tampouco conhecimentos técnicos para a execução do serviço de colocação do pilar em substituição ao anterior.

O documento aponta ainda que quem ordenava diretamente as obras, reformas e reparos que a equipe de manutenção deveria fazer era Rosângela.

Ainda no documento, a polícia afirma que há indícios de que a síndica não exigia mão de obra qualificada e adotou uma postura negligente.

“Qualquer obra estrutural tem que ser feita por um responsável técnico, por um engenheiro, por um arquiteto, que tem habilitação específica para a atividade. Infelizmente, não é o que ocorre na maioria das vezes. Então, a gente se depara com situações que uma obra estrutural é feita por um profissional não habilitado. Às vezes, pode ser um serviço malfeito. E é fundamental impedir uma tragédia”, falou o delegado.

O que dizem os citados

O condomínio Puerto Madero disse que vem auxiliando a polícia desde o início das investigações e que também está dando total apoio à família da menina Maria Luísa.

Rosângela Menezes dos Santos, a ex-síndica do condomínio, disse que estava em atendimento hospitalar na tarde da última segunda-feira (5) e que ainda não havia sido informada do indiciamento.

As defesas de Allan Dias Botelho da Silva e Pedro Fernandes da Silva disseram que eles não tiveram qualquer responsabilidade na tragédia e que a verdade dos fatos será esclarecida.

Fonte: G1

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