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Meu Condomínio > Blog > Mundo dos Condomínios > Caso Daiane: Síndico de prédio onde corretora desapareceu é denunciado
Mundo dos Condomínios

Caso Daiane: Síndico de prédio onde corretora desapareceu é denunciado

Redação
Atualizado pela última vez em: 25/01/2026 11:31
Redação
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5 minutos de leitura
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O síndico do prédio onde desapareceu a corretora de imóveis Daiane Alves de Souza, de 43 anos, em Caldas Novas, no sul de Goiás, foi denunciado pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO) pelo crime de perseguição (stalking), com agravante de abuso de função. A informação foi confirmada pelo advogado da família.

A nova denúncia, oferecida em 19 de janeiro, atribui ao síndico a prática do crime previsto no artigo 147-A do Código Penal, combinado com o artigo 61, que trata do agravante pelo abuso da função. Com a nova denúncia, já são 12 os processos relacionados a Daiane e o síndico.

Até o fechamento desta reportagem, o síndico não tinha se manifestado.

Segundo a denúncia do promotor de Justiça Cristhiano Menezes da Silva Caires, Cleber teria utilizado a posição de síndico para criar obstáculos à rotina de Daiane, passando a vigiá-la por meio do sistema de câmeras do condomínio e a submetê-la a constrangimentos.

A conduta do síndico incluía interferência no fornecimento de serviços essenciais dos apartamentos administrados pela vítima, como água, energia, gás e internet. Além além de intimidação, havendo, inclusive, registro de agressão física em um dos episódios, conforme o documento.

O documento foi assinado pelo promotor de Justiça Cristhiano Menezes da Silva Caires.

Ainda conforme a denúncia, Cleber se valia da condição de síndico para impor exigências fora do padrão, como pedidos presenciais com firma reconhecida em cartório. O MP também afirma que ele monitorava toda a movimentação de Daiane e de hóspedes pelas câmeras e enviava imagens à própria irmã.

Processos em andamento
Segundo a família, após reunir e analisar processos já existentes envolvendo Daiane e a administração do condomínio, o Ministério Público identificou mais um crime, o de perseguição. Eles ressaltaram que o MP e o Judiciário sempre estiveram atuantes nos procedimentos anteriores.

A denúncia do MP citou que conflito teria começado após um desentendimento relacionado à locação de um imóvel com número de hóspedes acima do permitido.

Indenização
A denúncia também pede que, além da condenação criminal, a Justiça fixe indenização mínima por danos morais no valor de dois salários mínimos.

De acordo com o advogado Plínio César Cunha Mendonça, que representa a família, todas as linhas de investigação seguem em curso, sob sigilo, e ainda são aguardados os resultados dos laudos periciais realizados no condomínio e em objetos apreendidos.

Desaparecimento
Daiane foi vista pela última vez no prédio onde a família mora, no centro de Caldas Novas, no dia 17 de dezembro.

Em entrevista ao g1, a mãe da corretora, Nilse Alves Pontes, contou que, no dia do desaparecimento, a filha foi até o subsolo do prédio para restabelecer a energia, já que o apartamento estava sem luz.

Imagens de câmeras de segurança mostram Daiane no elevador pouco antes de desaparecer, por volta das 19h. Ela entra na cabine enquanto grava um vídeo para uma amiga, sai em seguida e não retorna.

Porta aberta
Segundo a família, Daiane deixou a porta do apartamento aberta quando saiu, mas a mãe a encontrou fechada. Em entrevista à TV Anhanguera, Nilse Alves Pontes, de 61, contou que vídeos enviados pela corretora para uma amiga, mostram Daiane deixando a porta aberta quando entrou no elevador, o que indica que ela tinha a intenção de voltar logo.

Nilse também contou contou que a polícia quebrou o sigilo bancário de Daiane e identificou que não houve transações na conta da corretora após o desaparecimento. Também o carro da corretora estava em uma oficina em Uberlândia (MG) e que a corretora usava aplicativo para se locomover dentro da cidade.

 

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