By using this site, you agree to the Privacy Policy and Terms of Use.
Aceitar
Meu CondomínioMeu CondomínioMeu Condomínio
  • Mundo dos Condomínios
  • Mercado Imobiliário
  • Dicas para Síndicos
  • Artigos
  • Revista
  • Guia de Fornecedores
  • Cidades
Search
  • Advertise
© 2022 Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Lendo: Fantástico mostra caso de racismo e ameaça contra porteiro de condomínio de Copacabana
Compartilhar
Meu CondomínioMeu Condomínio
Search
  • Mundo dos Condomínios
  • Mercado Imobiliário
  • Dicas para Síndicos
  • Artigos
  • Revista
  • Guia de Fornecedores
  • Cidades
Siga-nos
  • Advertise
© 2022 Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Meu Condomínio > Blog > Mundo dos Condomínios > Fantástico mostra caso de racismo e ameaça contra porteiro de condomínio de Copacabana
Mundo dos Condomínios

Fantástico mostra caso de racismo e ameaça contra porteiro de condomínio de Copacabana

Redação
Atualizado pela última vez em: 11/07/2022 02:04
Redação
Compartilhar
5 minutos de leitura
Compartilhar

O Fantástico mostrou, nesse domingo, o flagrante de mais um episódio de racismo em nosso país. E mais uma vex em condomínio.

Um vídeo que repercutiu muito durante a semana mostra a cena de um porteiro negro sendo atacado pelo morador branco de um prédio na Zona Sul do Rio de Janeiro. Um retrato da intolerância e do preconceito em portarias e condomínios, Brasil afora.

Reginaldo, de 51 anos, é funcionário de um prédio em Copacabana há quatro anos, faz faxina, e três vezes na semana fica na portaria. E era onde ele estava no último domingo, dia 26 de junho. Dia que ele queria esquecer, mas não consegue.

Ele conta que estava recebendo duas pessoas que tinham acabado de chegar, quando foi surpreendido pelo francês Gilles David Teboul, que mora há cinco anos no prédio.

“Ele desceu do elevador social e foi a caminho do elevador de serviço. Aí quando eu tô conversando com a moça, ele já chegou gritando: ‘Ô, seu irresponsável, você não tá vendo que a porta do elevador tá aberta?’ Eu falei: Seu Gilles, é que eu tô recebendo uns hóspedes. Ele falou: Você é um incompetente, você não tem capacidade para exercer essa função de porteiro, seu negro”, relembra.

Foi assim que começaram as agressões. E boa parte delas acontece diante das câmeras de segurança.

“Aí quando ele falou isso, eu falei: ‘Seu Gilles, o senhor me respeite’. Pra ele, aquilo foi uma ofensa, um negro pedir pra respeitar ele. Aí ele já veio me agredir. Ele já veio já me deu a mão no meu pescoço. Aí eu falei: ‘O senhor me agrediu, eu vou fazer um boletim de ocorrência por conta da agressão’”, conta.

Segundo Reginaldo, o francês revidou e disse “eu tenho dinheiro, isso não vai dar em nada”.

“Já começou a me chamar de vagabundo, de macaco, de negro. E se encostou em mim, a me deu um soco nas partes de baixo, e eu fiquei na minha, aí passou a mão na minha cara”, detalha.

A moradora do segundo andar Rejane, advogada, escutou a gritaria e desceu ao local. Conta que viu o porteiro atrás da mesa e Gilles em cima dele.

“Seu Reginaldo, acuado na parede, com os braços cruzados para trás, e ele falando e xingando assim com o rosto encostado no rosto de seu Reginaldo: ‘Você é um macaco, é um preto fedorento. Você não serve nem para ser porteiro’. Aí deu um soco com essa mão nas partes íntimas de seu Reginaldo”, descreve Rejane.

Reginaldo e Rejane contam que Gilles então subiu para o apartamento e eles chamaram a polícia. Gilles Teboul se recusou a ir pra delegacia. Reginaldo relata que durante as agressões Gilles dizia o tempo todo que é médico na França.

Gilles Teboul só apareceu pra prestar depoimento na última quinta-feira (7). Ele tem uma passagem para França no dia 24 de julho, mas a polícia apreendeu o passaporte dele.

No depoimento, ele nega as ofensas racistas e conta que naquele dia “teve que descer pela escada, que se dirigiu ao porteiro e disse: ‘por que você não fechou bem a porta do elevador?’ E Reginaldo teria respondido: ‘pergunta pra tua mãe’. E que que nesse momento ele se aproximou e disse: ‘Se você não tem competência para fechar a porta, você não deve trabalhar aí.'”

O PM que atendeu a ocorrência relatou que Gilles confirmou ter agredido o porteiro, sem especificar qual tipo de agressão, e disse que não iria à delegacia. O policial afirmou que não viu a agressão.

 

Você pode gostar também

A importância do conselho fiscal na administração condominial

Campos: Galhos acumulados após poda dificultam circulação de moradores em rua ao lado da UENF

Condomínio rejeita proposta e mantém multa a Emerson Sheik por “festas intermináveis”

Rapaz preso por furtar 100 vezes mercadinhos de condomínios

Alerj volta a discutir Programa Condomínio Seguro

TAGS:condomínioCopacabanaracismo
Compartilhe essa notícia
Facebook Copiar link Imprimir
Compartilhar
Notícia anterior Dívida de condomínio pode levar à penhora do imóvel?
Próxima notícia Metas iniciais da Comissão de Direito Condominial

Fique conectado

235.3kSeguidoresCurtir
69.1kSeguidoresSeguir
11.6kSeguidoresPin
56.4kSeguidoresSeguir
136kInscritosInscrever-se
4.4kSeguidoresSeguir
- Advertisement -
Ad imageAd image

Latest News

Curso feito um dia antes ajuda vigilante a salvar vida em condomínio de Campos
Mundo dos Condomínios
24/05/2026
Portaria remota, reconhecimento facial e LGPD: o que os condomínios precisam saber
Artigos
23/05/2026
Ex-síndica devolve R$ 40 mil desviados de condomínio em Águas Claras
Mundo dos Condomínios Na Justiça
21/05/2026
Secovi Rio e ABADI lançam a Cartilha da Copa do Mundo nos condomínios
Mundo dos Condomínios
20/05/2026
//

Somos pioneiros na região norte e noroeste fluminense. Especializados em condomínios e relacionamento com síndicos.

Meu CondomínioMeu Condomínio
Siga-nos
© 2026. Revista Meu Condomínio. Todos os direitos reservados.
Welcome Back!

Sign in to your account

Nome de usuário ou email
Senha

Perdeu sua senha?