A cantora Kelly Key usou as redes sociais para denunciar uma situação preocupante envolvendo um vizinho do condomínio onde mantém residência no Rio de Janeiro. A manifestação ocorreu no último domingo, durante o Dia Internacional da Mulher.
Em um vídeo publicado no Instagram ao lado do marido, Mico Freitas, a artista afirmou que a família enfrenta há cerca de dois anos problemas com um morador que, segundo ela, tem apresentado comportamentos considerados obsessivos e imprevisíveis. Ela ainda ressaltou que os problemas teriam começado após perdas familiares e outros questões enfrentadas pelo médico.
De acordo com o relato, o homem — descrito como um médico conhecido na área de transplante capilar — teria abordado a filha Suzanna, em algumas ocasiões e, em um episódio mais recente, tentou agredir o pai da cantora com uma barra de ferro.
“Hoje é Dia da Mulher e eu nunca imaginei que algum dia eu precisaria gravar um vídeo como esse, mas eu preciso falar de uma situação muito séria que está acontecendo na minha casa no Brasil”, afirmou Kelly Key na publicação.
A cantora relatou ainda que o vizinho teria desenvolvido um quadro psicológico delicado após perdas familiares e problemas pessoais. Segundo ela, o morador estaria misturando medicações psiquiátricas com consumo de álcool, o que, na visão da família, estaria tornando seu comportamento imprevisível.
Há relatos de ele andando em cima de muros e outro vizinho já o teria surpreendido dentro da sala.
“Há mais de dois anos a gente convive com um vizinho que, infelizmente, se tornou um risco real para quem mora ao redor. Não somos só nós, é toda a vizinhança”, disse.
Debate cada vez mais presente nos condomínios
O episódio reacende uma discussão cada vez mais presente na vida condominial: como lidar com situações envolvendo saúde mental entre moradores.
Especialistas em gestão condominial apontam que episódios de comportamento agressivo ou instável dentro de condomínios exigem atenção redobrada de síndicos, administradoras e moradores, principalmente porque envolvem segurança coletiva e limites de convivência em espaços compartilhados.
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