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Meu Condomínio > Blog > Síndicos > Morador que agrediu síndica está proibido de manter qualquer contato com a vítima
Síndicos

Morador que agrediu síndica está proibido de manter qualquer contato com a vítima

Redação
Atualizado pela última vez em: 05/09/2022 21:14
Redação
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4 minutos de leitura
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O Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), por meio da 39ª Vara Criminal, expediu, nesta segunda-feira (5),  medida protetiva a favor de Dayse de Souza Ribeiro, 56 anos. Síndica de um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, ela foi agredida por um morador. O pedido cautelar foi feito pela defesa da vítima, que estava se sentindo ameaçada pelo agressor, identificado como Amadeu Ribeiro de Souza Neto.  A agressão, registrada por câmeras de segurança, causou revolta e comoção. Movimentos, como a Mobilização Nacional Pró-Sindicatura, divulgou nota de repúdio em suas redes sociais. Ano passado, a síndica já tinha prestado queixa contra o mesmo morador por ameaça.
Na decisão, o juiz Ricardo Coronha Pinheiro entendeu que a ação foi truculenta e que por isso o morador representa risco a Dayse. Com a medida protetiva em vigor, Amadeu foi proibido de manter qualquer contato com a síndica, seja por e-mail, celular, internet ou qualquer outro meio de comunicação. O condômino também deve manter distância mínima de 200 metros e não pode dividir, nem frequentar, as dependências onde ambos moram, como por exemplo os elevadores.

Essa distância o impediria de morar no mesmo prédio. Um dia após a agressão, uma assembleia de moradores realizada no condomínio decidiu por unanimidade pela expulsão de Amadeu do residencial na Barra.

Síndica do condomínio Marina Barra Bella há dois anos, Dayse diz que, desde que a agressão ocorreu, não consegue circular tranquilamente pelo condomínio. “Eu agora estou mais atenta. Um cara que chega ao ponto de cometer uma covardia desse tipo, você espera qualquer coisa. O mínimo que a gente espera das pessoas é que ela tenha civilidade. (…) Não é porque alguém tem opinião diferente, que você vai sair batendo em todo mundo. Se uma pessoa se comporta assim, é óbvio que eu acredito que ele vai tentar de novo. Até porque é um covarde”, disse a moradora.

Dayse explica que o agressor tem histórico de má conduta no condomínio. Segundo ela, o morador já discutiu com outros síndicos que atuaram no residencial. Além disso, a síndica registrou queixa contra ele em novembro do ano passado: “Morador saiu do carro gritando que a síndica precisava de psiquiatra, que estava importunando-o e foi caminhando em sua direção como se fosse agredi-la. Como outra moradora idosa vinha na direção ficou com receio da integridade da moradora e saiu andando com a mesma. Morador ficou gritando descompensado”, diz um trecho da declaração.

Agressão física

A agressão aconteceu na noite da terça-feira passada (30), na academia do prédio. O ataque de fúria do morador contra a síndica aconteceu após ele se recusar a respeitar o fechamento do espaço para uma manutenção. Dayse teria ido ao local para pedir que ele se retirasse, mas Amadeu insistiu e, após ter sua vontade negada, desferiu um tapa contra a vítima. A agressão foi filmada por uma câmera de segurança.

Repúdio

A Mobilização Nacional Pró-Sindicatura, grupo que reúne profissionais de diversas áreas em prol da  conscientização da sociedade pela qualidade e ética no exercício da Sindicatura no Brasil, divulgou uma nota, repudiando violência contra síndicos e colaboradores em diversos casos que acontecem Brasil afora: “Chega de violência! Sou síndico e exijo respeito!” Para participar clique AQUI.

  • Matéria atualizada às 21h12 para inclusão da informação sobre a decisão judicial.

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TAGS:agressãoexpulsãoMobilização Nacionalsíndica
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