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Pedras no caminho de uma síndica estreante

Redação
Atualizado pela última vez em: 22/08/2024 15:52
Redação
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6 minutos de leitura
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Síndica estreante, Patrícia Rangel “ganhou” um presente nada agradável com 15 dias de gestão: três placas de granito soltaram do último andar do prédio que administra e é moradora, no Centro de Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense. Por muito pouco as pedras, que caíram na área externa do apartamento do 1o andar e na garagem, não feriram alguém. Mas provocaram estragos, além do grande susto. Mesmo sem experiência na sindicatura, Patrícia agiu rapidamente, isolando locais que poderiam ser atingidos, caso houvesse outro desplacamento, chamando uma empresa para verificar as placas próximas às que soltaram e contratando um perito, que elaborou um laudo, onde foi constatado que o problema ocorrido não foi estrutural e sim provocado pela falta de manutenção na fachada no prédio aliada à ação do tempo.

– Numa segunda-feira, por volta de 15h50, recebi o telefonema da moradora do apartamento 102 (que tem a área externa estendida), me informando que havia caído placas de granito na área dela. Meu filho também me ligou, dizendo que tinha sido um barulho estrondoso. Vim correndo e observei o estrago que foi. Passamos por momentos de muita tensão. A primeira coisa que fiz foi certificar que ninguém estava ferido. Que a integridade física das pessoas estava assegurada – conta Patrícia, acrescentando que logo interditou a área externa do apartamento do morador do 1o andar, a parte da garagem que é de telha e foi danificada e a área externa do salão de festas, além da piscina – os acessos a áreas em que o desplacamento poderia atingir alguém.

Feito isso, relata a síndica, entrou em contato com a seguradora, o que não foi fácil: “O síndico anterior havia feito a renovação do seguro não tinha nem um mês. Porém, ele não tinha me passado o contato do corretor. Então, eu ligava para o 0800, ia para o atendimento automático. Fiquei quase uma hora, não consegui. Encontrei com uma moradora que tinha sido síndica também e ela me passou. Paralelo a isso, fiz contato com a Limport (administradora) e pedi a indicação de uma empresa que fizesse este serviço. Eles indicaram uma que fez o serviço em outro condomínio que tinha tido problema similar”.

No dia seguinte, o representante da empresa esteve no prédio e identificou que outras duas placas corriam o risco de soltar e terem o mesmo destino: despencar: “Combinamos a retirada para ser feita no mesmo dia. Para justamente tirar este risco. A sugestão inicial era para recolocar as placas”.

Patrícia explica que, mesmo diante da situação de emergência, não quis tomar decisões precipitadas. Conversou com um engenheiro que tem vasta experiência e, inclusive, trabalhou na construção do Shopping Rio Sul, em Botafogo, Rio de Janeiro. Ao ver as fotos, ele disse que a fachada apresentava outros problemas e sugeriu que fosse chamado um perito. Ao mesmo tempo, a seguradora respondeu que faria uma perícia virtual, o que a síndica não concordou.

Ela contratou um perito particular, que foi ao condomínio na mesma semana. O perito esteve no prédio em 19 de abril e em 15 de maio o laudo de 85 páginas estava pronto, com parecer técnico embasado em fotos e gráficos, além de apontar as possíveis soluções.

– A mais correta é a remoção das placas. Tanto da fachada norte, quanto da fachada sul (onde ocorreu o problema). O que ocorreu foi uma deterioração normal no prédio. As placas estavam parafusadas e os parafusos ficaram. Sinal que a construção estava ok (o prédio possui 18 anos). A ação do sol e da chuva sobre o concreto foi soltando o substrato. Tudo isso, sem uma manutenção preventiva, acabou acontecendo isso – explica a síndica, que agora está em fase de cotação de preços para execução dos serviços. E irá convocar uma assembleia para tratar sobre as próximas providências.

A síndica diz, ainda que todas as ações têm sido tomadas com o Conselho Fiscal do condomínio, que tem como presidente Victor Hugo Lobo. A síndica também tem tido orientação de um casal de amigo, Márcia e Rafael Pessanha, que trabalhou no Rio por muitos anos com o segmento condominial.

– Além disso, tenho que parabenizar a revista Meu Condomínio pelo evento sobre obras em condomínios (veja na próxima página). Foi muito esclarecedor em relação à responsabilidade do condomínio em relação às obras. Entender que o preço é importante, mas existem vertentes envolvidas nesse processo: questões de segurança, normas técnicas, documentação, tudo isso a gente precisa observar. Várias coisas podem acontecer na execução de uma obra. E se você contrata alguém sem conhecimento técnico pode causar um dano ainda maior. E a responsabilidade é de quem? O evento foi excelente por trazer estas questões – conclui.

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TAGS:Campos dos Goytacazescondomíniocondomíniosrevista Meu Condomínio
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